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A polêmica sobre se a L’Oreal embranqueceu a Beyoncé está por todos os lados. Quem ainda não leu, ou quer ver o que eu escrevi antes sobre o caso (e mais um exemplo, de uma capa da Time), clique lá embaixo, nesse post, onde está escrito “Tem mais… clique aqui para continuar lendo”.
Então, ainda nem terminei de comentar a campanha da Lilica sobre a qual escrevi ai embaixo (juro que ainda vou falar mais sobre isso) e já tem mais essa pra gente discutir aqui, então vamos por partes: Preparem-se que o post é longo.
Pra começar, não acredito que alguém possa ser ingênuo ao ponto de achar que Beyoncé não está mais clara do que o que ela é nessa foto. Pra mim não importa o instrumento usado, se foi luz, maquiagem ou manipulação digital, o fato é incontestável, ela está mais branca. Portanto, a empresa escolheu deliberadamente, colocar uma afro-americana embranquiçada na sua campanha de tintura de cabelo. Certo?
Os motivos pra L’Oreal ter feito isso, podem ser vários:
Um dos comentários deixados aqui nesse post foi esse:
Sou publicitária e sei que essas escolhas têm a ver com a imagem que a empresa deseja passar ao seu público consumidor. Ao que me parece, a L’Oreal acredita que seu público se identifica mais com brancas, louras de olhos claros. Sendo assim não vejo nenhum mal em escolher as personalidades que a representam.”
É verdade que a L’Oreal e boa parte do mundo – ocidental e até, cada vez mais, oriental – tenta se identificar com essa padrão caucasiano, porque esse é o padrão dominante, não porque é naturalmente mais bonito, porque é uma preferência geneticamente adquirida ou que surgiu, como costumo dizer, de uma “combustão espontânea”.
Acho que todo mundo que vem aqui no blog sabe que a cultura branca ocidental, apesar de minoria, continua tendo um enorme influência colonizadora, pelo mundo afora. Vide propagandas pra embranquecer as mulheres na India e China. Infelizmente, as mulheres querem, cada vez mais, ser magras, brancas e com uma cabeleira lisa.
Numa teoria meio sacana de um mundo capitalista, a empresa “pode tudo que quiser”. Mas, cada vez mais, tem gente pelo mundo afora pensando que não precisa engolir tudo que lhe é empurrado goela abaixo, existe resistência contra isso. Eu sugerir que vocês evitem comprar L’Oreal (não falei em boicote!) não muda nada, mas décadas de boicote internacional à Nestlé, por exemplo, acreditem, tem seus resultados.
Veicular uma propaganda como essa, na minha opinião, é muito pior do que não colocar nenhuma mulher negra como “porta-voz” de seus produtos.
Essa foto de Beyoncé é tão danosa quanto as propagandas de cremes clareadores, porque ambas minam a confiança das meninas negras, que são lindas do jeitinho que são, mas que quase nunca se vêem nas propagandas, capas da revista e meios de comunicação.
Aí, quando elas vêem uma mulher negra, que faz sucesso, que é um símbolo e que é parecida com elas (descontando as plásticas e alisamento de cabelo), essa mulher é modificada, manipulada, clareada para parecer mais “aceitável ao público”.
A mensagem é que uma mulher afro-americana pode até conseguir fazer sucesso e ser exemplo de beleza, mas pra isso, ela precisa não parecer tão negra assim. Precisa ter nariz afilado, olhos claros, cabelos lisos e… ser “mais clarinha”.
Ao invés de ter modelos de mulheres de sucesso, no qual podem se espelhar, as meninas afro-americanas (e brasileiras também, claro) aprendem desde cedo que antes elas vão precisar ser clareadas, re-esculpidas, passadas a ferro.
Outra amiga aqui do blog disse que:
Acho essa polemica muito besta, esta foto da Byonce foi feita photoshop como todas as fotos de qualquer artista na capa da revista ou para uma propaganda, acho que tem muita gente que nao tem nada pra fazer e fica criando polemica, se a loreal e uma empresa racista porque simplesmente nao contrata uma branquela? porque uma negra que precisa ser clareada ao invez de colocar logo a Nicole Kidman ou uma Scarlet Jhonhansen? ou tantas outras brancas famosas.
(1) Qualquer polêmica, que faça a gente parar pra pensar em como o mundo roda, nunca é “besta”. Se você pensar que não estamos discutindo “apenas uma propaganda”, e analisar o fato dentro de contexto social, é até bem importante.
(2) É verdade que “photoshopar” é uma prática mais que comum, como eu já mostrei aqui várias vezes, mas convenhamos, não é porque isso está se tornando norma, que a gente tem que aceitar.
(3) Sim, a L’Oreal é uma empresa racista porque, mesmo vivendo do dinheiro de milhões de mulheres negras que usam seus produtos, quase que nega a elas qualquer representação, afinal, se elas não forem brancas, elas “não merecem”.
(4) A L’Oreal já contrata muitas e muitas e muitas “branquelas”, não só como modelos, mas como funcionárias da empresa. Como eu já disse lá em cima, eles precisam, sim, “clarear uma negra” ao invés de colocar a Scarlet Johansson (que já está em outras propagandas da empresa, por sinal) porque precisam maquiar o racismo que está cada vez mais comprovado em diversos processos pelo mundo afora.
Continuando, o Dudu disse:
Continuo dizendo que às vezes a gente fica maníaco demais com esse negócio de racismo e preconceito. O mundo vai ficando chato, as pessoas vão perdendo liberdade e tudo é motivo pra confusão.”
Eu acho engraçado o que as pessoas, às vezes, usam como motivo pra não questionar o mundo: “é falta do que fazer”, “é pessimismo”, “é triste” e, principalmente, “deixa o mundo chato e sem graça”…
“O mundo vai ficando chato” pra quem? às vezes, esse nosso mundo já é muito chato pra muita gente, que é negra, gay, deficiente, nordestina, pobre, imigrante, mulher etc etc etc
Imigrantes brasileiros brancos, hetero e de classe média são um bom exemplo. No Brasil, muitos deles costumavam ridicularizar “paraíba”, fazer piada com gay, pensar que todo pobre é ladrão, mulher é burra e, principalmente, achar que todo mundo que critica quem se comporta desse jeito é “um mala politicamente correto”.
Quando se mudam pra fora do Brasil, essas mesmas pessoas passam a espernear por serem tratados como cidadãos de terceira categoria; por não serem atendidos, nas lojas, com a mesma reverência que eram acostumados; por não conseguirem os mesmos bons empregos dos nativos; por serem chamados de “hispânicos” (hummm… mas quando um pernambucano achava ruim ser chamado de “paraíba” não era bobagem, “afinal, é tudo a mesma coisa” ?).
A minha reação ao ler esses chiliques é sempre a mesma: “bem vindos ao mundo chato de verdade”, assim é que vivem milhões de brasileiros, é melhor aprender a sobreviver nele rapidinho.
(ATENÇÃO -Eu NÃO tive, absolutamente, nenhuma intenção de dizer que as pessoas quie discordaram de mim nesse post deram chilique… não deram não, de jeito nenhum. estava realmente falando de outra coisa, sobre a qual já escrevi aqui antes, de como alguns brasileiros acham que ser “politicamente correto” é um saco, mas quando é com eles, quando o calo aperta, aí entendem que merecem ser respeitados. Por favor, Fernanda, Dudu e Edila, não tem nada a ver com vocês!!!)
Continuando…
Além do mais, gente, pensar, analisar, afiar seu senso crítico, nada disso é chato, pode ser até triste perceber o quanto o quanto tem de coisa pra gente combater, mas é instigante, é intelectualmente estimulante e é um exercício cerebral
Enfim, tem muito mais coisa o que dizer, mas esse post está ficando gigantesco, eu sei. Outra hora voltamos ao assunto.
Antes de finalizar, queria apenas lembrar que
1. Em momento nenhum eu critiquei a Beyoncé. Apesar de não gostar muito dela – acho que é ultra deslumbrada e a música é insuportável -, acho que a moça é lindíssima, assume suas generosas curvas, coxas, bunda, coisa rara nas celebridades daqui. Acho que ela pisou na bola, mas se não fosse ela, seria outra. Não estou interessada em debater a ambição e falta de bom senso dela, o que interessa é o efeito que essa e muitas outras propagandas vêm causando.
2. Não tenho nada contra mulheres negras pintarem e manipularem o cabelo, como disse o Eduardo, se as brancas podem, por que elas não? o que me incomoda não é o ato individual, mas quando isso se torna um padrão de beleza estimulado pela mídia e corporações.
3. Não propus nenhum “boicote”, não sou delirante ao ponto de achar que eu conseguiria organizar algo desse tipo, ainda mais no Brasil. Mas, acho que faz bem à gente ser uma consumidora consciente. A Nestlé, a Gap, a L’Oreal podem não sofrer nada porque não consumo seus produtos, mas me faz bem pensar que posso ter outras opções e evitar o que me faz mal. isso é só o que me interessa.
Finalmente, não tenho absolutamente nada contra quem não concorda comigo, não acho que todo mundo tem de ter visão crítica das coisas e respeito a opção de achar isso tudo muito chato e querer ficar de fora.
Escrevo esses posts apenas porque me dá prazer organizar as minhas idéias e botar no blog, por que ADORO ler as opiniões de vocês e aprendo muito com o que leio, além do mais esse post é um espaço para um debate que é sempre interessante.
Acho maravilhoso quando recebo (isso acontece de vez em quando) mensagens de leitoras dizendo que passaram a prestar muito mais atenção às coisas à volta e perceber as mensagens subliminares, após ler o meu blog. É o máximo.
Mas, é só isso, não estou propondo nenhuma revolução, só botar os neurônios pra funcionar e trocar idéias
Food for thought (ou alimento para o cérebro):
Já perceberam que além de pouquíssimas mulheres negras na propaganda, as que aparecem são todas jovens? A L’Oreal tem campanhas pra conquistar o público de mais idade com Diane Keaton, jane Fonda, mas negra de meia idade, nem pensar.
Sobre a tal campanha da Beyoncé, a Carolinne (obrigada, querida!) deixou essa dica de matéria no post anterior:
Gigante do ramo dos cosméticos, a grife francesa L’oréal está enfrentando a maior polêmica de sua história. A empresa está sendo acusada de “clarear” a pele da cantora Beyoncé em anúncio de um de seus produtos.
O jornal “The New York Post” publicou nesta quinta-feira (7) um artigo intitulado “Beyoncé, a pálida”, no qual acusa a marca de, por meio de efeitos digitais, deixar a pele da artista negra de 27 anos mais branca. Em comunicado oficial, a L’oréal negou que tenha feita a alteração.
Na propaganda de um xampu tonalizante da grife, a cantora aparece com seus longos cabelos negros tingidos de loiro. Beyoncé é garota-propaganda exclusiva da marca, com um contrato estimado em US$ 4,7 milhões por cinco anos.
Segundo o jornal “Daily Mail”, que repercutiu a notícia, uma das cláusulas do contrato da estrela diz que a marca não pode fazer “alterações radicais” em sua aparência. Casada com o rapper Jay-Z, Beyoncé é considerada um dos símbolos sexuais da música pop.
A revista “Elle” americana, o primeiro veículo a publicar o anúncio, afirmou que vai investigar se houve ou não alteração na imagem. A cantora ainda não fez declarações sobre a polêmica.
07/08/2008 – 20h58 – Atualizado em 07/08/2008 – 23h03
Fonte: G1.com.br]
Claro que a L’Oreal é “muito ética”, e jura que não embranqueceu a Beyoncé, mesmo que a gente veja, compare as fotos… tá tudo na cabeça da gente.
Aqui no SdeE, nós já conhecíamos a fama racista da empresa, que já foi até condenada por racismo. Há um ano, eu publiquei esse post: L’Oréal – Por que você merece. Se você for branca.
L’Oreal e o nazismo
A L’Oreal foi fundada em 1907 e é a maior companhia de produtos de beleza do mundo. Liliane Bettencourt (filha do fundador) juntamente com nada menos que a NESTLÉ (hummmm…) detém o poder acionário da empresa (a herdeira é a mulher mais rica da França).
Nos anos 90, a L’Oreal começou a ser acusada de ter tido ligações facistas, anti-semitas e de ter dado emprego a colaboradores nazistas, após a Segunda Guerra Mundial. Essa história foi exposta no livro L’Oréal a pris ma maison (A L’Oreal Tomou a Minha Casa), no qual Monica Waitzfelder, uma brasileira que nasceu no Rio de Janeiro, mas vive na França desde 1984, onde é diretora da Ópera de Paris, conta como a empresa tomou a casa da sua família em Karlsruhe, na Alemanha, com apoio dos nazistas, para estabelecer lá sua sede.
Há anos, a carioca judia e sua família entraram com processo na Corte Européia de Direitos Humanos, pedindo indenização pelas perdas e danos.
Francamente, a gente precisa mesmo comprar alguma coisa dessa empresa? eu entendo que pode ser difícil boicotar certos produtos, mas existem muitas opções pra o creminho anti-celulites da L’Oreal (como fazer exercícios, por exemplo
). Ainda que, claro, as outras empresas também não sejam nenhuma maravilha em termos de ética, a L’Oreal parece ser uma das piores…
Vejam abaixo uma listinha de empresas pertencentes ao Grupo L’Oreal. Se você não pode viver sem o creme (carésimo) da Kerastase ou o batim da Lancôme, que tal, pelo menos trocar o Elseve por outro?
Vejam no site da empresa, quais são as marcas (Body Shop, Lancôme,Maybelline, Biotherm etc.) que fazem parte do conglomerado da L’Oreal.
Fontes: Guardian, Wiki, CS Monitor

… e a TIME escureceu O.J. Simpson

Essa história da Beyoncé me lembrou uma que eu li sobre O. J. Simpson (aquele ator que matou a mulher), tempos atrás, googlei e achei as fotos.
A primeira é a capa da Newsweek (junho de 94), com a foto original do momento da prisão dele. A segunda é a capa da Time, da mesma semana, com a foto escurecida e que gerou revolta de muita gente, que considerou a capa racista.
Alguns diziam que o escurecimento era uma tentativa de “demonização” do ator, o fato é que os EUA viviam um clima de intensa tensão racial, apenas dois anos após a histórica quebradeira em Los Angeles.
Claro que a Time garantiu que não teve intenção. Engraçado como uma empresa milionária como essa, assim como a L’Oreal e a (menos rica) Marisol (Lilica) consegue gerar tanto dinheiro, com tanta ingenuidade… ou será que é por isso mesmo?
Bom colegas A Jacaroa aqui que vos fala entende que é terrível essa situação e que devemos sim ter uma atitude frente a isso. Quando nós brancos e negros vamos nos aceitar como somos. Somos iguais e devemos colaborar com um mundo de equidade étnica e de gênero.
Contudo não posso ser hipócrita e dizer que não uso os produtos da Loreal. Na verdade eles fazem a minha cabeça, afinal uso shampoos e tintas dessa marca. Lembro que o racismo coorporativista está na cabeça bitolada das mentes gestoras desse tipo de empresa. E não naquele que estudou muitos anos para criar um bom produto e que não está lá muito somando se quem vai usar é negro ou branco ou índio, e sim ao produto final.
Um abraço
Gregory McCalium, 23 anos, foi condenado a quatro anos e meio de prisão.
Barman estaria bêbado quando atacou Frank Corti com uma faca.
Do G1, em São Paulo
Um olho roxo, os lábios inchados e uma sentença de quatro anos e meio de prisão foram o resultado de uma tentativa de assalto a um idoso em Botley, na região de Oxford, na Inglaterra.
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De acordo com a edição desta terça-feira (30) do jornal "The Sun", Gregory McCalium, 23 anos, atacou a casa de um aposentado e acabou levando dois socos no rosto - para azar do ladrão, a vítima era Frank Corti, um ex-lutador de boxe de 72 anos.
Corti e a mulher dele, Margaret, estavam em casa quando McCalium apareceu. Ameaçado com uma faca, o ex-boxeador não hesitou e bateu no invasor. Corti ainda conteve o ladrão até a chegada da polícia.
Segundo o jornal "Daily Mail", durante o julgamento, o promotor BrianPayne disse que o barman McCalium estava sob efeito de drogas, porque suas reações eram lentas. Ele estaria bêbado, depois de uma noite de festa, quando invadiu a casa do ex-boxeador.
McCalium fui condenado a quatro anos e meio de prisão, depois de o juiz dizer que ele "teve o que mereceu". Corti se disse satisfeito com a pena, que garante que o ladrão não "vai perturbá-lo por alguns anos".
Casal morava junto em Cleveland, Ohio, e tinha três filhos.
Mia Landingham disse que não teve a intenção de matar.
Do G1, em São Paulo
A norte-americana Mia Landingham, de 136 kg, foi condenada nesta semana por ter matado seu namorado Mikal Middleston-Bey, de 54 kg, após sentar sobre ele durante uma briga.
Segundo a polícia dos EUA, o crime ocorreu em agosto passado.
Durante a briga, Mia sentou em cima de Mikal e acabou matando-o involuntariamente. O casal morava junto e tinha três filhos.
Mia recebeu uma sentença de três anos de liberdade condicional e 100 dias de serviço comunitário. Ela saiu da prisão imediatamente depois do julgamento, na quarta-feira (20).
Seu advogado argumentou que ela havia sido vítima de abuso doméstico durante um bom tempo. Ele pediu clemência à corte e lembrou que a acusada não tinha antecedentes criminais.
Ela disse que não teve intenção de cometer o crime. Mia disse que sentia por ter esmagado o pai de seus filhos.
"Eu só queria dizer que eu sinceramente sinto muito por esta situação", disse à TV local. "Eu queria poder trazê-lo de volta."
Uma irmã da vítima reclamou da sentença. "Você basicamente senta em cima de alguém e mata e fica em liberdade condicional? Isso é justiça?", argumentou.
Nada será alterado para os concursos públicos previstos para o ano de 2010, por isso, 56.861 vagas devem ser preenchidas nesse ano. Só para o poder executivo são 47.335 vagas, do restante, 7.897 serão para o poder judiciário e 875 para o poder legislativo. Os concursos previstos para o ano de 2010 na área federal são:
No poder Executivo:
Ministério Público do Trabalho – MTP-2010
Tribunal de Contas da União – TCU-2010
No poder Judiciário:
Supremo Tribunal Federal – STF-2010 – 302 vagas
Superior Tribunal de Justiça – STJ-2010 – 233 vagas
Justiça Federal – 1.769 vagas
Justiça Militar da União – 178 vagas
Justiça Eleitoral – 1.098 vagas
Justiça do Trabalho – 3.378 vagas
Justiça do Distrito Federal e Territórios – 773 vagas
Conselho Nacional de Justiça – CNJ-2010 – 166 vagas
No poder Legislativo:
Câmara dos Deputados – 335 vagas
Senado Federal – 300 vagas
Tribunal de Contas da União – TCU-2010 – 240 vagas
Em breve mais informações sobre cada um destes concursos.
Bons estudos!
Então bolei uns escrito com a fonte Brush Script MT,no world, que fica como se fosse letra manuscrita, e notei que pela textura do desenho, vai cair super bem no papel vergê o convite ficou mais ou menos assim (mais ou menos porque eu posso mudar e formatar melhor):
E então o que acharam? podem opinar e copiar o desenho do convite , caso preciseEscalpelamento é o arrancamento brusco e acidental do escalpo humano, de diversas formas, inclusive por motores dos barcos.
É um problema muito recorrente na Amazônia brasileira, despertando até a atuação do poder público e de ONGs, que estão com projetos para desenvolver uma proteção barata ou gratuita para os barcos a motor, a fim de evitar a repetição de acidentes desse tipo.
O acidente ocorre quando as vítimas, ao se aproximarem do motor por acaso, tem seus cabelos repentinamente puxados pelo eixo. A forte rotação ininterrupta do motor ao enrolar os cabelos em torno do eixo, arranca inexoravelmente todo ou parte do escalpo da vítima, inclusive orelhas, sobrancelhas e por vezes uma enorme parte da pele do rosto e pescoço, levando a deformações graves e até a morte.
embarcações.