domingo, 30 de janeiro de 2011

Como contar no trabalho sobre sua orientação sexual?

Este vídeo eu achei no site eda UOL e resolvi publicar no meu blog, pq é muito interessante. As vese s uma coisa tão simples se torna uma dúvida cruel, principalmente no que tenage à orientação sexual. Mas se você é um cidadão de be, paga seus impostos, não comete nem um crime, é espiritualizado e é homoafetivo,vcê não sai grintando no mundo "Oi eu sou Gay", mas se alguém te perguntar, naturalmente fale. E viva a diversidade sexual!!!
Clique aqui para assitir

Tirinhas

Alguns gifs legais...

Considerações sobre o filme "A ilha do medo"

Ilha do Medo (2010)

Márcio Ferrari

Colaboração para o UOL 28/01/2011
Nota: 2

Ilha do Medo

Em poucos minutos "Ilha do Medo" mostra o jogo. Ainda no barco que o levará à ilha onde se encontra um instituto para criminosos com distúrbios mentais, o agente federal Teddy Daniels (Leonardo DiCaprio) passa mal com a oscilação do mar. Em seguida conversa com um colega (Mark Ruffalo) que não conhecia até ambos serem designados para a mesma missão: solucionar o mistério do desaparecimento de uma interna da ilha, condenada por ter matado os três filhos. Ao falar de sua namorada, morta num incêndio criminoso, Daniels tem uma lembrança ou alucinação. Quando desembarcam na ilha, é evidente que, embora estejam ali como autoridades, os dois logo se transformarão em prisioneiros, concreta e simbolicamente.

Outros símbolos e delírios não faltarão nessa extravagância político-psicanalítica construída pelo diretor Martin Scorsese a partir de um romance de Dennis Lehane (o autor de "Sobre Meninos de Lobos", adaptado por Clint Eastwood para o cinema). A investigação do sumiço da prisioneira e as imagens interiores do agente Daniels se misturam não só como trajeto individual, mas como evocação do "espirito do tempo". A história se passa em 1954. Anos antes, durante a guerra na Europa, Daniels havia integrado um dos regimentos que entraram no campo de concentração de Dachau, testemunhando ao vivo pela primeira vez seu horror. Agora os dias são de ameaça atômica e macartismo. Os dois médicos que chefiam a instituição (ambos "suspeitamente" europeus) parecem simbolizar a oposição entre a brutalidade e o humanitarismo, mas isso, como tudo no filme, pode ser apenas fingimento.

Se estivéssemos nos anos 80, "Ilha do Medo"" seria considerado um filme pós-moderno. Tudo é referência, revisão, artifício. Tudo é "simulacro". Nos últimos anos, Scorsese vem desenvolvendo um cinema de segunda mão, paródico (ainda que sério até demais) e submisso às ridículas reviravoltas de roteiro obrigatórias no cinema americano atual. Parece que vem agradando o público e a indústria, tanto que recebeu finalmente um Oscar por "Os Infiltrados" (2006).

Uma referência imediata de "A Ilha do Medo", reconhecida pelo diretor, é "Paixões que Alucinam" ("Shock Corridor", 1963), de Samuel Fuller. Ambos têm em comum não apenas o ponto de partida e o ambiente, mas o tom operístico, muito acima do registro realista, como se a loucura se espalhasse de forma contagiosa (nas palavras do agente Daniels para o médico interpretado por Ben Kingsley). A diferença é que "Paixões que Alucinam" tragava o espectador para seu redemoinho, enquanto "Ilha do Medo", embora não seja em 3D, arremessa imagens rebuscadas (e bregas), luzes intensas, cores berrantes e sons estrondosos para fora da tela. Se a ideia era vencer pelo cansaço, pode-se dizer que consegue.

CONCLUSÃO DA JACAROA: O filme é bom, mas você já saca qual é o problema do cara logo no começo. Me lembro do filme "Os outros", aquele foi uma grande sacada na época, mas se rolasse hoje ia dar na mesma, é que a fórmula é boa mas perdeu a validade.

sábado, 15 de janeiro de 2011

GRÁFICOS...

HUMOR DO DIA

10 Critérios de pobre para batizar o filho

1 – Combinações. Geralmente pega-se o nome de pai, avô e mãe. Fica uma coisa mais ou menos assim: Claudemarioneide.
2 – Geografia. De Uáchinton a Sidiney, o Mapa Mundi é um celeiro de inspirações.
3 – Show business. Os nomes mais populares do cinema e da música, reunidos numa única certidão de nascimento: Maicow Jéquisson Chuarzineguer Disney dos Santos.
4 – Nomes compostos. O pobre sempre sofreu com a falta de recursos. Portanto, acha que aumentando o número de nomes pode dar uma vida mais feliz ao filho. Caso de Jeniffer Luiza Raquel Caroline Oliveira da Silva, 31 anos, diarista.
5 – Y. Tem Y no nome, é 85% de chances de ser pobre.

6 – Homenagens. De remédio a atacante do Flamengo: pobre adora uma homenagenzinha.
7 – Marcas. Eu mesmo já falei com um Philips e outro das antigas chamado Syncachambor.
8 – Eventos. O pobre não pôde ter vivido algo marcante na sua vida que já quer compartilhar com o filho. Exemplo: Udistoque, Rarley (o cometa) e o pior de todos: Tsunami.
9 – Confusões. Isso explica um conhecido, que se chama Pracedino. No dia, o tabelião perguntou: “Qual o nome”, ao passo que o pai respondeu: “Óia, é pra cê Dino”.
10 – Religiosidade. “O nome do meu filho vai ser a primeira coisa que eu ler na Bíblia”. Adivinha como ficou o nome do garoto? Sumário.

sábado, 8 de janeiro de 2011

PENSE RÁPIDO!

By Blog da Redação

Coisas que não entendo nos filmes!

Esse post é do Sarapatel de coruja, blog o qual sigo com muito prazer e hoje kibo aqui um post de coisas que estão muito cliches sabe. Quando vi a ilha do medo, com Leo Di Caprio, eu já saquei tudo desde o começo do filme, o filme foi bom e tal, mas acabou a graça, pois certas temáticas já estão passadas na casca do alho, então vamos lá!


Hoje assisti um filme chamado The Horsemen. Meu marido resolveu comprar o filme quando viu que a história tratava de crimes que tinham a ver com os 4 Cavaleiros do Apocalipse, e era com Dannis Quaid. Quando o filme começou eu pensei: "Já vi tudo!"

Sabe o que é pior? Quando o filme terminou eu pensei: "Eu não disse?". Não falei essas frases em voz alta porque meu marido já tinha ficado retado comigo no dia em que assistimos o filme 2012 e eu falei sem parar que já sabia o que ia acontecer e como iria terminar! rsrsrsrs

Pensando nesses dois filmes resolvi escrever esse post que fala de coisas que não entendo nos filmes em geral e como o povo de Hollywood está sem criatividade ultimamente.

1º. Por que nos filmes policiais o personagem principal, o policial fodão, sempre tem um problema com a mulher, ou com os filhos, ou com mulher e filhos? Nesses filmes, a mulher do cara morre, ele sofre igual a um condenado e os filhos o culpam por ele não ser um pai presente  (é o caso do que assiti hoje). Ou o filho do cara morre e a mulher o culpa por isso e por todos os problemas mundiais, a queda da bolsa, as enchetes no Brasil e o salário exorbitante do congresso nacional, e vai embora! No final, ele desvenda o crime, sai todo lascado e os filhos passam a amá-lo. A mulher raramente volta, mas...

2º. Por que em todo filme o bandido conversa tanto antes de matar o mocinho? O bandido passa duas horas com o mocinho em seu poder, o cara todo estropiado, e ele falando: "Eu vou te matar! Eu sou muito mal! Eu vou te matar!". Enquanto isso, o mocinho milagrosamente arruma um jeito de se safar, vira o jogo e em segundos, desarma o bandido mais vinte e cinco comparsas, e "maaaata toooodo muuuundo" (frase célebre do espetáculo Hermanoteu, dos Melhores do Mundo!).

3º. Por que em todo filme com grandes jornadas vai morrendo um por um no caminho e só fica o personagem principal e a piriguete que ele arrumou no início do filme? Esse é o caso de 2012, O Núcleo e tantos outros. Sabe o que é o mais interessante? Os bestas que morrem pelo caminho para salvar a missão (ou os companheiros) não são os herois. O heroi é o cara que beija a piriguete no final!

4º. Que diabo é esse tal "modo de viver americano" do qual falam tantos filmes em que os EUA aparecem como o centro do universo? "Vamos lutar para defender o estilo de vida americano! Vamos lutar para que possamos sempre ter o direito de comer bacon com ovos no café da manhã, para que possamos nos empanturrar de fast food e para que tenhamos o direito de sair metralhando nossos colegas de escola se eles nos chamarem de 'rolha de poço'!". Será que é isso?

5º. Por que será que nos filmes, New York é sempre o alvo da ira de terroristas, extraterrestres e deuses astronautas? Por que ninguém ataca Raleigh, Eufaula, Cerritos, Hickory ou Pensacola? Todas essas são cidades americanas e se sentem marginalizadas por Hollywood! Com certeza!

6º. Por que a mulher mais gostosa do filme é a mais parecida com uma vassoura?

7º. Por que tantos filmes em que o carinha bonitinho consegue transformar uma baranga numa deusa? A mulher tira os óculos, estica o cabelo, se enche de maquiagem e pronto! Vira outra pessoa, muda a personalidade e é eleita a rainha do baile! Isso funcionou em Uma Linda Mulher e pronto!

8º. Por que em todos os filmes de Hollywood o presidente dos EUA é o rei do mundo? Um extraterrestre baixa por aqui e diz: "Leve-me ao seu líder". Levam logo o ET para o presidente dos EUA bater um papo e convencê-lo a não explodir a Terra!

Apesar disso tudo que eu disse, gosto dos filmes americanos. Não me venham falar mal deles! Só eu posso! kkkkkkkkkk

Barra de vídeo JACAROA

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